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Auras não protegem contra acidentes de trânsito associados a ataques epiléticos 

A detecção de uma aura preditiva antes do ataque epilético não reduz a incidência de acidentes de trânsito em motoristas epiléticos.

A detecção de uma aura preditiva antes do ataque epilético não reduz a incidência de acidentes de trânsito em motoristas epiléticos, de acordo com uma nova notícia na Epilepsia.1

Utilizando informações da base de dados Multicenter Study of Epilepsy Surgery, foram identificados 215 pacientes que tiveram um ataque epilético enquanto dirigiam. Esses pacientes foram então classificados de acordo com a ocorrência de um acidente devido ao ataque epilético (141 casos) ou não (74 controles).1

Auras confiáveis ocorreram em 67,4% dos casos e em 64,9% dos controles. Portanto, não foi observada diferença significativa no número de pacientes que apresentaram uma aura confiável entre o grupo no qual ocorreram acidentes e o grupo sem acidente (p=0,76). Também não houve diferença na proporção de pacientes com auras de duração mais longa (≥1 minuto) ou pacientes que acreditavam que suas auras eram longas o suficiente para protegê-los de se envolver em acidentes de trânsito.1

Esses achados sugerem que a antiga crença de que as auras confiáveis podem proteger os motoristas com epilepsia de se envolver em acidentes de trânsito necessita ser reconsiderada.

Referência:

1. PUNIA, V. et al. Epileptic auras and their role in driving safety in people with epilepsy. Epilepsia, 56(11):e182–e185, 2015.