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Epidemiologia HIV/AIDS

Resumo da epidemia de HIV/AIDS no Brasil

Segundo o último boletim epidemiológico, o Brasil tem registrado, anualmente, 40 mil novos casos de AIDS nos últimos 5 anos, sendo que, de 2007 até junho de 2017, foram identificados 194.217 registros da infecção no país. Desses, 67,9% foram em homens e 32,1% em mulheres. No que se refere à faixa etária, a maioria dos novos casos encontra-se na faixa de 20 a 34 anos (32,5%).1

Entre 1980 e 2017 o Brasil identificou 882.810 casos de AIDS, sendo 52,3% na região sudeste, 20,1% na região sul, 15,4% na região nordeste, 6,1% na região norte e 6,0% na região centro-oeste. Nesse período, a maior concentração dos casos foi nos indivíduos entre 25 e 39 anos, tanto para o sexo masculino quanto para o feminino. 1

Observa-se uma prevalência do HIV de 19,8% entre homens que fazem sexo com homens (HSH) com 25 anos ou mais de idade e de 9,4% entre os HSH de 18 a 24 anos. Com relação às mulheres profissionais do sexo, a prevalência do HIV é de 5,3%.1

O boletim também apontou que desde 2009 é visto uma diminuição relativa dos casos de AIDS em mulheres e aumento nos homens, apresentando, a partir de 2016, uma razão de 22 casos de AIDS em homens para 10 mulheres. 1

Além disso, a mortalidade por AIDS vem diminuindo nos últimos anos, com uma queda de 11,9% quando comparado a 2006. Em 2016, o número de óbitos diminuiu de 5,9% para 5,2% por 100 mil habitantes.1

Meta 90-90-90

Sendo lançada em 2014 a declaração de Paris da UNAIDS, a meta 90-90-90, se baseia em uma ofensiva para o controle da epidemia de HIV/AIDS no mundo. A meta é de que, até o ano de 2020, 90% das pessoas vivendo com HIV sejam diagnosticadas, 90% destas estejam em tratamento e, daquelas em tratamento, 90% estejam com a carga viral suprimida.2

Figura 1. Cascata de cuidado contínuo no Brasil. Estimativa de 2016. Figura adaptada a partir da referência 3. *TARV: Tratamento antirretroviral

No Brasil, estima-se que das 830 mil pessoas que vivem com HIV no país, 84% estão diagnosticadas; que 72% destas estão em tratamento antirretroviral; e que destas, 91% estão com carga viral indetectável.3

Para mais informações, clique aqui e confira na íntegra o Boletim Epidemiológico de HIV/AIDS 2017.

  • 1. BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim epidemiológico HIV/Aids 2017. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2017/boletim-epidemiologico-hivaids-2017>. Acesso em 15 jan. 2018.

    2. UNAIDS. 90–90–90 - An ambitious treatment target to help end the AIDS epidemic. Disponível em: <http://www.unaids.org/en/resources/documents/2014/90-90-90>. Acesso em: 22 jan. 2018.

    3. BRASIL. Ministério da Saúde. Relatório de Monitoramento Clínico do HIV 2017. Disponível em: <http://www.aids.gov.br/sites/default/files/noticia/2017/65068/apresentacao_relmonitclinico_imprensa_24112017_arpp.pdf>. Acesso em 15 jan. 2018.