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HPB/LUTS: Progressão

A hiperplasia prostática benigna (HPB), que é uma das principais causas de sintomas do trato urinário inferior (do inglês Lower Urinary Tract Symptoms - LUTS), representa uma patologia muito prevalente na população masculina. Estima-se que o risco de desenvolver HPB/LUTS seja de 45% ao longo de 3 décadas para um homem na faixa de 46 anos de idade e inicialmente sem queixas urinárias.1

Segundo dados do estudo EpiLUTS, que avaliou a prevalência de LUTS na população dos Estados Unidos, Suécia e Reino Unido, 72,3% dos homens com mais de 40 anos de idade relataram pelo menos 1 sintoma urinário ocorrendo algumas vezes no transcorrer de 4 semanas.2 Os mais prevalentes nos homens foram polaciúria (20,5%), gotejamento terminal (19,6%), gotejamento pós-miccional (16,5%), noctúria (12,9%) e jato fraco (9,6%). (Tabela 1)

Os LUTS podem ser classificados em 3 subtipos, listados na tabela 2.3

De acordo com os dados do estudo MTOPS, os fatores de risco para progressão dos sintomas urinários em homens com HPB/LUTS estão listados na tabela 3.4

As diretrizes da European Association of Urology (EAU) sobre avaliação e tratamento de homens com LUTS preconizam que a conduta médica deve considerar fatores como subtipo e gravidade dos sintomas, prejuízo à qualidade de vida, comorbidades, volume prostático e fatores de risco para a progressão da HPB.5,6 (Figuras 1, 2 e 3)

Referências bibliográficas:

1. VERHAMME KM. et al. Incidence and prevalence of lower urinary tract symptoms suggestive of benign prostatic hyperplasia in primary care: the Triumph project. Eur Urol, 42(4): 323-8, 2002.

2. COYNE KS. et al. The prevalence of Lower Urinary Tract Symptoms (LUTS) in the USA, the UK and Sweden: results from the Epidemiology of LUTS (EpiLUTS) study. BJU Int, 104(3): 352-60, 2009.

3. ABRAMS P. New words for old: lower urinary tract symptoms for “prostatism”. BMJ, 308(6934): 929-30, 1994.

4. MCCONNELL, J. et al. The long-term effect of doxazosin, finasteride, and combination therapy on the clinical progression of benign prostatic hyperplasia. N Engl J Med, 349: 2387–98, 2003.

5. OELKE M. et al. EAU guidelines on the treatment and follow-up of non-neurogenic male lower urinary tract symptoms including benign prostatic obstruction. Eur Urol, 64(1): 118-40, 2013

6. GRATZKE C. et al. EAU guidelines on the assessment of non-neurogenic male lower urinary tract symptoms including benign prostatic obstruction. Eur Urol, 67(6): 1099-109, 2015.

 

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Dr. Paulo Afonso Santos

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