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IAS 2019: Organização Mundial de Saúde apresenta novas recomendações para o tratamento de HIV

  

A 10º Conferência da International Aids Society (IAS 2019) foi realizada durante os dias 21 a 24 de julho na Cidade do México. Ao todo, mais de 5.900 profissionais envolvidos na rede de cuidados do HIV de quase 130 países participaram da conferência.1  Dentre as mais variadas apresentações, gostaríamos de destacar a sessão da OMS (Organização Mundial da Saúde) sobre as novidades do seu guideline para 2019, incluindo a indicação de regimes baseados em dolutegravir para a 1ª e 2ª linha do tratamento para HIV2

 

Recomendações da OMS sobre terapias antirretrovirais de primeira e segunda linha

A OMS apresentou a evolução da implementação de suas principais políticas relacionadas ao tratamento do HIV para países de média e baixa renda.2,3

 

 

Em 2018, a OMS publicou diretrizes provisórias que recomendavam a terapia antirretroviral com dolutegravir como preferencial para o tratamento de primeira linha para pessoas vivendo com HIV 2 . Uma revisão sistemática foi feita neste ano para apoiar tais diretrizes e reforçar as recomendações para o guideline de 2019, e foi possível reafirmar que um regime de primeira linha de DTG combinado com dois inibidores da transcriptase reversa análogos de nucleosídeos (ITRNs) é provavelmente mais eficaz para supressão viral quando comparado ao esquema contendo efavirenz 600mg2. Além disso, o risco de descontinuação devido a eventos é menor para regimes baseados em DTG quando comparado ao EFV2. O dolutegravir tem outras vantagens, incluindo menor potencial para interações medicamentosas e uma maior barreira genética para o desenvolvimento de resistência4.  Ainda segundo a OMS, o nível de qualidade das evidências que comprovam a superioridade de dolutegravir é alto, o que valida a escolha desse medicamento para TARV em 1ª linha2

Outra novidade do guideline é a opção preferencial de dolutegravir para segunda linha da TARV, para resgate de esquemas de 1ª linha sem dolutegravir2. A eficácia de DTG é maior quando comparado à LPV/r (lopinavir/ritonavir), além do menor número de relatos de eventos adversos emergentes do tratamento e descontinuações2.

 

 

É importante ressaltar que no Brasil a recomendação é guiar os esquemas de 2ª linha de acordo com a genotipagem, quando ocorre a primeira falha terapêutica, usando preferencialmente regimes baseados em inibidores de protease5.

Essas são algumas das principais atualizações do guideline da OMS para 2019. Para saber mais sobre esse assunto, ouça aqui o podcast com os destaques do Dr. Rodrigo Zilli Haanwinckel (CRM-RJ 66738-2), Head de Medical Affairs de HIV da GSK Brasil.

  

  • Referencias:

    1. IASOCIETY. IAS 2019: A week in review. Disponível em: <https://www.iasociety.org/The-latest/Blog/ArticleID/233/IAS-2019-A-week-in-review>. Acesso em: 12 ago. 2019.

    2. DOHERTY, M. et al. What’s new in the 2019 WHO Guidelines: dolutegravir based regimens in first- and second-line HIV Treatment. Apresentação durante IAS, 2019. Disponível em: <https://bit.ly/2YiBqBq>. Acesso em: 12 ago. 2019.

    3. WHO. Who HIV policy adoption and implementation status in countries. Disponível em: <https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/326035/WHO-CDS-HIV-19.20-eng.pdf?ua=1>. Acesso em: 12 ago. 2019.

    4. WHO. Update of recommendations on first and second line ARV regimens. July 2019. Disponível em: <https://bit.ly/2OsV49>. Acesso em: 13 ago. 2019.

    5. BRASIL, Ministério da Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas para manejo da infecção pelo HIV em adultos. Disponível em: <http://bit.ly/30VLZHz>. Acesso em 22 jul. 2019.

  • Informações de segurança:

    As reações adversas a seguir foram identificadas em estudos clínicos realizados com Tivicay: cefaleia, náusea, diarreia, insônia, tontura, vômito, hipersensibilidade, síndrome de reconstituição imune, dor e desconforto abdominal e hepatite. Contraindicado em pacientes com hipersensibilidade conhecida ao dolutegravir ou a algum dos components da formulação. A dose recomendada de Tivicay é de 50 mg duas vezes ao dia quando há coadministração de etravirina sem reforço de inibidor de protease. Não se deve usar Tivicay com etravirina sem a coadministração de darunavir/ritonavir ou lopinavir/ritonavir em pacientes resistentes a INI. Há relato de reações de hipersensibilidade ao Tivicay, caracterizadas por erupção cutânea, dentre outros, inclusive lesão hepática. Interrompa imediatamente o uso de Tivicay caso surjam sinais ou sintomas de reações de hipersensibilidade. Deve-se monitorar o estado clínico, inclusive as aminotransferases hepáticas.

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