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SELENA-SLEDAI

   O índice de avaliação de atividade de doença, SLEDAI (Systemic Lupus Erythematosus Disease Activity Index), foi desenvolvido com o objetivo de avaliar globalmente a atividade de doença no lúpus. Um aumento no escore do SLEDAI tem uma associação direta com o aumento da mortalidade. 1,2

O SELENA-SLEDAI (Safety of Estrogens in Lupus Erythematosus – National Assessment – SLEDAI) é uma variação do SLEDAI com modificação de alguns descritores, validado em inúmeros ensaios clínicos e relativamente simples de ser incorporado à prática clínica.  Este índice apresenta 24 descritores que englobam diversos órgãos e sistema, considerando somente alterações relacionadas ao LES no momento da consulta ou nos últimos 10 dias. 1,3

 Os itens são ponderados com escores que variam de 1 a 8, desta forma, efeitos mais graves, envolvendo órgãos como rins ou o sistema nervoso central têm pesos mais elevados.

A redução na pontuação de um paciente requer a completa eliminação de sinais e sintomas da doença, ou resolução de anormalidades laboratoriais, traduzindo-se então em uma redução efetiva da atividade da doença. 1,3

   Um flare no LES pode ser definido como um aumento de 3 pontos no índice de SELENA-SLEDAI e um aumento de 5 pontos está associado a uma probabilidade de escalonar ou iniciar uma nova terapia em mais de 50% dos casos. 4

No entanto, como qualquer índice, o SELENA-SLEDAI tem limitações: o índice não acompanha as mudanças parciais na atividade de doença, os critérios no SLEDAI são definidos como presença ou ausência.  Assim, os profissionais não podem determinar se os sintomas melhoraram ou pioraram. 3

Apesar desta limitação, clinicamente, SELENA-SLEDAI é uma ferramenta útil e validada para a identificação e acompanhamento de um escore global do paciente. 3

Adaptado a partir da referência 1. 

  • Referências bibliográficas:

    1. BOMBARDIER, C. et al. Derivation of SLEDAI: a disease activity index for lupus patients. Arthritis and Rheum, 35(6): 630-640, 1992.

    2. COOK, R.J. et al. Prediction of short term mortality in systemic lupus erythematosus with time dependent measures of disease activity. J Rheumatol, 27(8): 1892-5, 2000.

    3. PETRI, M. Measuring disease activity and severity in clinical trials and the clinic: same or different? Arthritis Res Ther,  15(2): A4, 2013.

    4. MOSCA, M. et al. Assessing remission in systemic lupus erythematosus. Clin Exp Rheumatol, 24(43):S100-S104, 2006.