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Clindoxyl Gel. Agora também na versão de 30g e com nova apresentação. R$ 55,81. Para pacientes com acne: leve ou moderada. Resultados rápidos a partir de 4 semanas.
          
          
          
  • Referências:

    1.  ZOUBOULIS C, et al. Study of the efficacy, tolerability, and safety of 2 fixed-dose combination gels in the management of acne Vulgaris. Cutis 2009; 84(4): 223-229.

    2.  Clindoxyl Gel (clindamicina + peróxido de benzoíla). Bula do produto.

    3.  Matsui MS. Update on diet and acne. Cutis. 2019;104(1):11-3.

    4.  ZOUBOULIS, C.C. et al. Study of the efficacy, tolerability, and safety of 2 fixed dose combination gels in the management of acne Vulgaris. Therapeutics for the Clinician, 84: 223-29, 2009.

          
  • Clindoxyl Gel - Mini bula

    Clindoxyl® gel (clindamicina e peróxido de benzoíla). 

    Indicações: 
    tratamento tópico da acne vulgar leve a moderada. 

    Contraindicações: 
    contraindicado em indivíduos hipersensíveis à clindamicina, lincomicina, peróxido de benzoíla, ou qualquer componente da fórmula. Este medicamento é contraindicado para pacientes com enterite regional ou histórico, colite ulcerativa, ou colite associada a antibiótico (incluindo colite pseudomembranosa). 

    Precauções e advertências: 
    é indicado somente para uso externo. Evite o contato de Clindoxyl® com boca, olhos, lábios, outras membranas mucosas ou pele irritada ou escoriada. Não pode ser ingerido. Em caso de contato acidental enxágue bem com água. Durante as primeiras semanas de tratamento, haverá maior descamação e eritema na maioria dos pacientes. Dependendo da intensidade dessas reações adversas, os pacientes podem utilizar um creme hidratante, reduzir temporariamente a frequência de aplicação do produto ou descontinuar temporariamente seu uso; porém, a eficácia para frequências de administração inferiores a uma vez ao dia não foi estabelecida. A segurança e eficácia de Clindoxyl® não foram estudadas por mais de 12 semanas em ensaios clínicos para acne vulgar. O médico deve avaliar o benefício de continuar o tratamento após 12 semanas de uso ininterrupto. É recomendado cuidado no uso simultâneo de Clindoxyl® com outros tratamentos tópicos para acne, como peelings, agentes abrasivos e produtos que tenham forte efeito secativo e com concentrações elevadas de álcool e/ou adstringentes, devido ao possível efeito irritante cumulativo. Caso ocorra irritação local intensa, Clindoxyl® deve ser descontinuado. Uma vez que o peróxido de benzoíla pode causar uma maior sensibilidade à luz solar, lâmpadas de luz ultravioleta não devem ser usadas e a exposição deliberada ou prolongada ao sol deve ser evitada ou minimizada. Quando a exposição à luz solar intensa não puder ser evitada, os pacientes devem ser aconselhados a usar um produto com filtro solar e vestir roupas protetoras. Se um paciente apresentar uma queimadura solar, esta deve estar completamente tratada antes do uso de Clindoxyl®. O produto pode desbotar ou manchar os cabelos, pelos e tecidos coloridos ou tingidos. Evite o contato com pelos/cabelos, tecidos, móveis ou tapetes/carpetes. Até o momento, não há informações de que Clindoxyl® possa causar doping. Colite pseudomembranosa: embora esse evento tenha pouca probabilidade de ocorrer com a aplicação tópica de Clindoxyl®, se ocorrer diarreia prolongada ou significativa ou se o paciente apresentar cólicas abdominais, o tratamento deve ser descontinuado imediatamente e o paciente deve ser examinado criteriosamente, uma vez que os sintomas podem indicar colite associada a antibióticos. Resistência à clindamicina: o peróxido de benzoíla reduz o potencial para o surgimento de micro-organismos resistentes à clindamicina. Entretanto, os pacientes com histórico recente de uso sistêmico ou tópico de clindamicina ou eritromicina são mais propensos a apresentar P. acnes e flora comensal preexistentes resistentes a antimicrobianos. Resistência cruzada: foi demonstrada resistência cruzada entre a clindamicina e a lincomicina. A resistência à clindamicina está associada com frequência à resistência induzida à eritromicina. 

    Uso em gravidez e lactação: 
    categoria de risco C na gravidez. Não existem dados sobre o efeito da clindamicina tópica ou peróxido de benzoíla na fertilidade em seres humanos. Não existem estudos bem controlados em mulheres grávidas tratadas com Clindoxyl®. Existem poucos dados sobre o uso de clindamicina tópica ou peróxido de benzoíla isolados em mulheres grávidas. Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais diretos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. Não são previstos efeitos durante a gravidez, uma vez que a exposição sistêmica à clindamicina e ao peróxido de benzoíla é muito baixa. No entanto, Clindoxyl® deve ser usado durante a gravidez somente se o benefício esperado justificar o potencial de risco para o feto. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Não foram realizados estudos com Clindoxyl® durante a amamentação. A absorção percutânea de peróxido de benzoíla e clindamicina é baixa, no entanto não se sabe se o peróxido de benzoíla ou a clindamicina são excretados no leite materno após aplicação tópica. A clindamicina é excretada no leite humano após administração por via oral e parenteral. Clindoxyl® deve ser usado durante a lactação somente se o benefício esperado justificar o risco potencial para a criança. Se usado durante a lactação, Clindoxyl® não deve ser aplicado na área das mamas para evitar a ingestão acidental pelo lactente. 

    Reações adversas: 
    Muito comum: eritema, descamação, ressecamento. Comum: ardência. Incomum: parestesia, dermatite, prurido, rash eritematoso, piora da acne. Dados pós-comercialização, ocorrências raras: reações alérgicas, incluindo hipersensibilidade e anafilaxia; colite (incluindo colite pseudomembranosa), diarreia hemorrágica, diarreia, dores abdominais; urticária e reações no local da aplicação, incluindo descoloração, foram registradas. 

    Interações com medicamentos, alimentos e álcool: 
    não são conhecidas interações com alimentos, tabaco, álcool, testes laboratoriais e interações potenciais relevantes. Nenhum estudo formal de interação medicamentosa foi realizado com gel de clindamicina/peróxido de benzoíla. Não deve ser utilizado em combinação com produtos que contenham eritromicina devido ao possível antagonismo à clindamicina. A clindamicina apresentou propriedades de bloqueio neuromuscular que podem intensificar a ação de outros agentes de bloqueio neuromuscular. Portanto, o medicamento Clindoxyl® deve ser usado com cautela em pacientes que utilizarem tais agentes. A aplicação concomitante de clindamicina/peróxido de benzoíla com tretinoína, isotretinoína e tazarotene deve ser evitada, uma vez que o peróxido de benzoíla pode reduzir a eficácia desses compostos e aumentar a irritação. Caso necessite um tratamento combinado, os produtos devem ser aplicados em diferentes momentos do dia. O uso tópico de preparações que contenham peróxido de benzoíla concomitantemente com produtos tópicos que contenham sulfonamidas pode fazer com que os pelos faciais e a pele mudem temporariamente de cor. 

    Posologia: 
    somente para uso tópico. Aplicar uma fina camada do produto sobre toda a área afetada da pele, à noite antes de deitar ou conforme orientação médica. Caso ocorra ressecamento ou descamação excessiva, deve-se reduzir a frequência de aplicação ou interrompê-la temporariamente. Pacientes devem ser avisados que a aplicação excessiva não leva à maior eficácia, mas pode aumentar o risco de irritação da pele. Uso adulto e pediátrico acima de 12 anos. 

    Superdosagem: 
    a aplicação em excesso de Clindoxyl® pode resultar em irritação intensa. Nesse caso, descontinue o uso e aguarde até que a pele se recupere. O peróxido de benzoíla aplicado por via tópica geralmente não é absorvido em quantidade suficiente para produzir efeitos sistêmicos. A superdosagem de clindamicina aplicada por via tópica pode resultar na absorção de quantidade suficiente para produzir efeitos sistêmicos. Em caso de ingestão acidental de Clindoxyl®, reações adversas gastrintestinais semelhantes àquelas observadas com a clindamicina administrada sistemicamente podem ser observadas. Medidas sintomáticas adequadas devem ser tomadas para proporcionar alívio da irritação causada pela aplicação por via tópica em excesso. A ingestão acidental deve ser tratada clinicamente, ou conforme recomendado pelo centro de intoxicações nacional, quando disponível. Para dados completos sobre a segurança do medicamento, a bula na íntegra deverá ser consultada e poderá ser solicitada à empresa através do Serviço de Informação Médica da GSK (0800 701 22 33 ou medinfo@gsk.com). 

    VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SÓ PODE SER VENDIDO COM RETENÇÃO DA RECEITA. Laboratórios Stiefel Ltda, uma empresa GSK. Registro MS: 1.0675.0069. mBL_ Clindoxyl_gel_GDS02_L0620