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Coqueluche: como é feito o diagnóstico e por que temos encontrado tanta dificuldade?

A coqueluche é uma doença altamente contagiosa que infecta principalmente recém-nascidos. Nesse podcast, entenda melhor o que é essa doença, quais são os principais métodos empregados no seu diagnóstico e quais as dificuldades encontradas, atualmente, pelos médicos no diagnóstico.

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  • 1. CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Pertussis. In:____. Epidemiology and prevention of vaccine-preventable diseases. 13 ed. Washington: Public Health Foundation, 2015, p. 261-278. Disponível em: <http://www.cdc.gov/vaccines/pubs/pinkbook/pert.html>. Acesso em: 28 mar. 2017.

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    6. SILVA, R. B. et al. Diagnóstico laboratorial da coqueluche: freqüência do isolamento de Bordetella pertussis de amostras clínicas, por meio da técnica de cultura realizada nos laboratórios regionais do Instituto Adolfo Lutz, São Paulo, Brasil. Rev. Inst. Adolfo Lutz (Impr.) [online]. 2007, vol.66, n.2 [citado  2017-12-11], pp. 194-200 . Disponível em: <http://periodicos.ses.sp.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0073-98552007000200018&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 08 nov. 2017

    7. CHERRY, J. Epidemiology of Pertussis. The Pediatric Infectious Disease Journal, 25(4): 361-362, 2006.

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    10. WOOD, N. et al. Pertussis: review of epidemiology, diagnosis, management and prevention. Paediatric Respiratory Reviwes, 9: 201-212, 2008.

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    12. TAN, T. et al. Epidemiology of Pertussis. The Pediatric Infectious Disease Journal, 24(Suppl): S10-S18.

    13. ULLOA-GUTIERREZ, R. et al. Pertussis cocoon strategy: would it be useful for Latin America and other developing countries? Expert Rev Vaccines, 11(12): 1393-6, 2012.

    14. COUDEVILLE, L. et al. Adult Vaccination Strategies for the Control of Pertussis in the United States: An Economic Evaluation Including the Dynamic Population Effects. PLoS One, 4(7):e6284, 2009. 3. WILEY, KE. et al. Sources of pertussis infection in young infants: A review of key evidence informing targeting of the cocoon strategy. Vaccine,31(4): 618-25, 2013.

    15. BRASIL. Portal da Saúde. Calendário Nacional de Vacinação 2017. Disponível em: <http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/o-ministerio/principal/leia-mais-o-ministerio/197-secretaria-svs/13600-calendario-nacional-de-vacinacao>. Acesso em: 08 ago.  2017.

    16. SOCIEDADE BRASILEIRA DE IMUNIZAÇÕES. Calendário de vacinação SBIm gestante: recomendações da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) – 2017/2018 (atualizado até 14/06/2017).  Disponível em: < https://sbim.org.br/images/calendarios/calend-sbim-gestante.pdf >. Acesso em: 08 ago. 2017.

    17. FEDERAÇÃO BRASILEIRA DAS ASSOCIAÇÕES DE GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA. Guia Prático Vacinação da Mulher. Disponível em: <http://www.febrasgo.org.br/site/wp-content/uploads/2014/09/GuiaVacinacaoMulher_Febrasgo_210x297mm.pdf>. Acesso em: 09 jun. 2017.

    18. REFORTRIX® [vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis (acelular)]. Bula do produto.

Material distribuído exclusivamente para profissionais de saúde habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos. Recomenda-se a leitura da bula e da monografia do produto, antes da prescrição de qualquer medicamento. Mais informações à disposição sob solicitação ao Departamento de Informações Médicas (DDG 0800 701 2233 ou medinfo@gsk.com). Para notificar eventos adversos ocorridos durante o uso de medicamentos da GlaxoSmithKline/Stiefel, entre em contato diretamente com o Departamento de Farmacovigilância da empresa pelo e-mail farmacovigilancia@gsk.com ou através do Representante do Grupo de Empresas GSK.