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O nosso papel na crise da resistência bacteriana

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a resistência bacteriana a antibióticos (RAM) é uma ameaça à saúde pública global, e está presente em todos os países do mundo.1

A RAM gera grandes impactos na saúde pública e na economia. Só nos EUA, infecções resistentes às primeiras-linhas de tratamentos antibióticos geram ao sistema de saúde um custo extra de 20 bilhões de dólares por ano. Além disso, estima-se que até 2050 o número de mortes relacionadas à RAM chegue a 10 milhões por ano, ultrapassando o número de mortes atribuídas ao câncer no dias de hoje.2

A luta contra a resistência bacteriana a antibióticos requer ações de todos os setores da sociedade.3

Segundo a OMS, profissionais de saúde que prescrevem e dispensam antibióticos devem fazê-lo apenas quando realmente necessário, e sempre que possível seguindo a referência de diretrizes atualizadas. É importante também a conscientização de pacientes quanto ao uso racional de medicamentos e a prevenção de infecções bacterianas, abordando questões como higiene básica e vacinação, por exemplo.3

Essas ações podem ter um impacto expressivo, pois de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA, estima-se que até 50% dos antibióticos sejam prescritos e utilizados de maneira inapropriada.4

Dentre os outros setores envolvidos no combate à resistência bacteriana, a indústria farmacêutica desempenha como um todo um papel de grande relevância. Com o surgimento de cepas resistêntes aos antibióticos disponíveis, espera-se da indústria investimentos em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos, vacinas e ferramentas de diagnóstico.3

Em 2016, durante o Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, uma ação sem precedentes reuniu mais de 100 companhias que, incluindo a GSK, assinaram um tratado se comprometendo a seguir uma série de princípios para combater a resistência bacteriana.5

Um dos resultados desse compromisso foi a criação, em 2017, da AMR Industry Alliance - uma organização com o objetivo de facilitar a relação entre essas empresas, acompanhar suas ações e reportar quanto aos avanços feitos na luta contra a RAM.5,6 

Em 2018 foi publicada a primeira edição do Antimicrobial Resistance Benchmark - um relatório independente, desenvolvido pela organização “Access to Medicine Foundation”, que avalia o engajamento de diversas companhias na contenção da resistência bacteriana.7

De acordo com a publicação, a GSK é lider entre as maiores companhias de seu segmento, ficando no topo do ranking em cada um dos três quesitos utilizados para avaliação: Pesquisa & Desenvolvimento, Fabricação & Produção e Gestão & Acesso apropriado.8 

  

Nossos medicamentos

Como fruto de nossa tradição em pesquisa & desenvolvimento, possuímos um portfólio de antibióticos de referência, que já trataram milhões de pacientes ao redor do mundo.9-11 

No Brasil, o Programa Viver Mais, nosso programa de suporte ao paciente, nos ajuda a promover o acesso à medicamentos, além de fornecer informação, conscientização sobre doenças e dicas sobre hábitos saudáveis.

     

   

  • Referências

    1. WHO. Antimicrobial resistance, 2018. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/fs194/en/>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    2. O’NEILL, J. Tackling Drug-Resistant Infections Globally: Final Report and Recommendations. Disponível em: <https://amr-review.org/sites/default/files/160525_Final%20paper_with%20cover.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    3. WHO. Antibiotic resistance, 2017. Disponível em: <http://www.who.int/mediacentre/factsheets/antibiotic-resistance/en/>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    4. CDC. About antimicrobial resistance. Disponível em: <https://www.cdc.gov/drugresistance/about.html>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    5. IFPMA. ARM Industry Alliance. Disponível em: <https://www.ifpma.org/partners-2/declaration-by-the-pharmaceutical-biotechnology-and-diagnostics-industries-on-combating-antimicrobial-resistance-amr/>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    6. AMR INDUSTRY ALLIANCE. What we do. Disponível em: <https://www.amrindustryalliance.org/why-the-amr-industry-alliance/>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    7. ACCESS TO MEDICINE FOUNDATION. Antimicrobial Resistance Benchmark 2018, METHODOLOGY 2017. Disponível em: <https://accesstomedicinefoundation.org/media/atmf/2017-Methodology-for-2018-Antimicrobial-Resistance-Benchmark-final.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    8. ACCESS TO MEDICINE FOUNDATION. Antimicrobial Resistance Benchmark 2018. Disponível em: <https://amrbenchmark.org/wp-content/uploads/2018/01/Antimicrobial-Resistance-Benchmark-2018.pdf>. Acesso em: 16 abr. 2018.

    9. ANVISA. Lista A de medicamentos de referência. Disponível em: <http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4159396/Lista+A+13-03-2018.pdf/fd34d586-237e-48f1-8ae0-53aa87abf343>. Acesso em: 10 abr. 2018.

    10. ANVISA. Lista B de medicamentos de referência. Disponível em:<http://portal.anvisa.gov.br/documents/33836/4159396/Lista+B+13-03-2018.pdf/c78a0bdb-04a8-4309-bdf5-be09ad12ea36>. Acesso em: 10 abr. 2018.

    11. WHITE, AR. et. al. Augmentin (amoxicillin/clavulanate) in the treatment of community-acquired respiratory tract infection: a review of the continuing development of an innovative antimicrobial agent. J Antimicrob Chemother, 53(Suppl 1): i3-20, 2004.