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Manutenção da asma e os efeitos da terapia resgate/controle

 

Em uma condição crônica, é melhor priorizar um tratamento de manutenção que previna os sintomas ou atuar reativamente conforme apareçam os sintomas?

O Dr. Ronald Dahl, Especialista Médico Global da GSK, destaca a contradição de utilizar um único inalador para tratamento de manutenção e resgate, levantando o seguinte questionamento: como a asma do paciente pode estar controlada se há uma necessidade diária de medicação de resgate?

 

Qual modelo de tratamento comprovou o maior nível de controle dos pacientes?

O Dr. Ronald Dahl, Especialista Médico Global da GSK, dá continuidade às considerações a respeito da terapia resgate/controle. Ronald apresenta dados importantes sobre o estudo SMILE, em que os pacientes em terapia resgate/controle iniciaram e terminaram o tratamento com asma pouco controlada. Além disso, ele apresenta resultados do estudo GOAL, no qual 75% dos pacientes em tratamento padrão alcançaram o controle da asma. 1,2



                                                       Leia aqui a bula de Relvar

 

  • 1. RABE, KF. et al. Effect of budesonide in combination with formoterol for reliever therapy in asthma exacerbations: a randomized controlled, double-blind study. Lancet, 368: 744-753, 2006.

    2. BATEMAN, ED. et al. The correlation between asthma control and health status: the GOAL study. Eur Respir J, 29(1): 56-62, 2007.

  • Reações adversas: cefaleia, pneumonia, infecção do trato respiratório superior, candidíase oral, dor orofaríngea, dor abdominal e extrassístole.

    Precauções: Deve-se ter cautela na prescrição de Relvar® nos pacientes com histórico de diabetes mellitus, doença cardiovascular grave, com tuberculose pulmonar ou com infeccções crônicas ou não tratadas.

    Contraindicação: pacientes com alergia grave à proteína do leite e para os que tenham demonstrado hipersensibilidade aos componentes da formulação.

    Interações medicamentosas: Deve-se tomar cuidado quando coadministrar o Relvar® com fortes inibidores CYP3A4 pois há a possibilidade de aumento da exposição sistêmica tanto ao furoato de fluticasona quanto ao vilanterol.

  • Relvar® Ellipta® (trifenatato de vilanterol/furoato de fluticasona) INDICAÇÕES: Relvar® é indicado no tratamento de manutenção da asma cujo uso do produto em combinação (corticosteroide inalatório e um agonista seletivo do receptor beta2 adrenérgico de ação prolongada) é apropriado: pacientes não adequadamente controlados com corticosteroide inalatório e quando necessário agonista seletivo do receptor beta2 adrenérgico de curta ação e pacientes que já foram adequadamente controlados com corticosteroide inalatório e agonista beta2 de ação prolongada (LABA); e no tratamento sintomático da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). POSOLOGIA: Relvar® deve ser utilizado regularmente, mesmo quando os pacientes estejam assintomáticos. Pacientes devem ser reavaliados regularmente para o adequado ajuste posológico e controle da asma. Asma (Adultos e adolescentes com 12 anos de idade ou mais): 25/100 ou 25/200mcg - uma inalação, uma vez ao dia. DPOC (Adultos acima de 18 anos): 25/100mcg - uma inalação, uma vez ao dia. A dose de 25/200mcg não é indicada para pacientes com DPOC. Após a inalação, o paciente deve lavar a boca com água, sem engolir. CONTRAINDICAÇÕES: Em pacientes com alergia grave à proteína do leite ou que tenham hipersensibilidade conhecida a qualquer componente da fórmula. PRECAUÇÕES: Relvar® não deve ser usado no alívio dos sintomas agudos. O tratamento com Relvar® não deve ser suspenso sem a supervisão de um médico uma vez que os sintomas podem reaparecer após a interrupção. Eventos adversos relacionados à asma e exarcebações podem ocorrer durante o tratamento com Relvar® Ellipta®. Pode ocorrer broncoespasmo paradoxal, com aumento imediato no chiado após a dose. Este sintoma deve ser tratado imediatamente com a inalação de um broncodilatador de ação rápida. Relvar® deve ser interrompido imediatamente, o paciente avaliado e aplicado tratamento alternativo, se necessário. Deve ser usado com cautela em pacientes com doença cardiovascular grave, tuberculose pulmonar ou em pacientes com infecções crônicas ou não tratadas. Em pacientes com insuficiência hepática moderada a grave, a dose 25/100mcg deve ser a dose máxima utilizada e os pacientes devem ser monitorizados quanto a reações adversas sistêmicas relacionadas com corticosteroides. Deve haver monitoramento dos pacientes com DPOC, pois há possibilidade de desenvolvimento de pneumonia e as características clínicas de tais infecções se sobrepõem aos sintomas de exacerbações da DPOC. Relvar® 25/200mcg não é indicado para pacientes com DPOC por não haver benefício adicional em comparação com a dose de 25/100mcg, e por existir um potencial aumento de risco de reações adversas relacionadas com corticosteroides sistêmicos. A incidência de pneumonia em pacientes com asma foi mais comum na dose de 25/200mcg. Este medicamento contém LACTOSE. Por isso deve haver cautela em pacientes com histórico de diabetes mellitus, já que pode haver aumento dos níveis de glicose no sangue. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Interações medicamentosas clinicamente significativas, causadas pelo furoato de fluticasona ou trifenatato de vilanterol em doses clínicas, são consideradas improváveis devido às baixas concentrações plasmáticas atingidas após a inalação. O uso concomitante de β-bloqueadores seletivos e não-seletivos deve ser evitado, a menos que existam razões suficientes para associação destes. Relvar® não deve ser usado em associação com outros β2-adrenérgicos de longa ação. Deve-se tomar cuidado ao coadministrar com inibidores potentes do CYP3A4 (p. ex cetoconazol e ritonavir), pois há a possibilidade de aumento da exposição sistêmica tanto ao furoato de fluticasona quanto ao vilanterol, o que pode causar aumento das reações adversas. O aumento da exposição ao trifenatato de vilanterol não foi associado ao prolongamento do intervalo QTc ou ao aumento nos efeitos sistêmicos relacionados à beta-agonistas na frequência cardíaca e potássio no sangue. GRAVIDEZ E LACTAÇÃO: O uso somente deve ser considerado se o benefício esperado para a mãe for maior do que qualquer possível risco para o feto. Há informações limitadas sobre a excreção de furoato de fluticasona ou trifenatato de vilanterol e/ou seus metabólitos no leite humano. Entretanto, outros corticosteroides e beta2 agonistas são detectados no leite humano. REAÇÕES ADVERSAS Muito Comuns: nasofaringite, cefaleia. Comuns: Infecção do trato respiratório superior, bronquite, gripe, candidíase oral e de garganta, dor orofaríngea, sinusite, faringite, rinite, tosse, disfonia, dor abdominal, artralgia, dor nas costas, febre, pneumonia, fraturas. Incomuns: Extrassístoles. Dados pós comercialização: Reações comuns: espasmos musculares. Reações raras de hipersensibilidade incluindo anafilaxia, angioedema, rash, urticária e tremor. SUPERDOSAGEM: Uma superdosagem de Relvar® pode produzir sinais e sintomas devido às ações dos componentes individuais presentes na formulação. Os sintomas que podem ocorrer com uso de quaisquer corticosteroides inalatórios (ex:. furoato de fluticasona) em altas doses incluem: Sindrome de Cushing, supressão do eixo HPA, diminuição da densidade mineral óssea, retardo no crescimento em crianças e adolescentes, catarata e glaucoma e mais raramente hiperatividade psicomotora, ansiedade e depressão principalmente em crianças. Não há tratamento específico para superdosagem com o Relvar®, mas o paciente deve receber tratamento auxiliar com monitoramento adequado, se necessário. Para dados completos sobre a segurança do medicamento, a bula na íntegra deverá ser consultada e poderá ser solicitada à empresa através do Departamento de Informações Médicas da GSK (0800 701 22 33 ou medinfo@gsk.com) VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. Reg. MS 1.0107.0299. mBL_L1262_Relvar_poinalacao_EU_GDS10.