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Paroxetina: medicamento de liberação
controlada versus imediata

O primeiro mecanismo reduz eventos adversos, impactando positivamente na aderência ao tratamento da depressão, segundo um estudo duplo-cego, randomizado, publicado no periódico científico The Journal of Clinical Psychiatry. Confira os principais achados.

Objetivo: avaliar a eficácia e a tolerância da paroxetina de liberação controlada (LC) em pacientes com depressão maior, na faixa etária 18 e 55 anos.

Metodologia: paroxetina de liberação controlada (25-62,5 mg / dia; N = 212); paroxetina de liberação imediata (20-50 mg / dia; N = 217) foram comparados com indivíduos que receberam placebo (N = 212), em um estudo clínico de 12 semanas.
 

Resultados

    

Os índices de náusea foram significativamente menores para a paroxetina LC (14%) do que para a LI (23%) na primeira semana de terapia.

    

Ambas as formas de paroxetina demonstraram eficácia no controle do transtorno depressivo maior, com redução na pontuação da Escala de Hamilton em 17 quesitos em relação ao placebo.

    

O número de pacientes que abandonaram o estudo por conta de eventos adversos foi similar no grupo que recebeu paroxetina LC, em relação ao placebo, mas significativamente maior naqueles que receberam paroxetina LI.

    

Conclusão

A paroxetina de liberação controlada está associada a baixas taxas de náusea de início precoce e abandono do tratamento por conta de eventos adversos.

    

  • Referências:

    1. ROBERT, N. et al. Efficacy and Tolerabillity of Controlled-Release an Immediate-Release Paroxetine in the Treatment of Depression. J ClinPsychiatry, 63:7, 2002.